Bar Vilão, em Londrina. Quem não ser lembra?
27.4.05
Sempre tive medo desses guichês rodoviários sem computador, com alguém (sempre um homem, parece que mulher não trabalha nessas empresas) de uniforme amassado e palito na boca parado na porta, com uma bola de suor embaixo do braço. No balcão só tem um telefone velho e o bloquinho de passagens. "Não vende antes não, aqui é só na hora. Cartão? 'Ceita não, hehehe." E eu ainda pergunto, ora essa.
Nem duzentos quilômetros separam Paranavaí de Campo Mourão. Demorei cinco horas, com direito (ou obrigação?) de fazer baldeação.
E ainda tem quem insista em fazer turismo nesse país...
Nem duzentos quilômetros separam Paranavaí de Campo Mourão. Demorei cinco horas, com direito (ou obrigação?) de fazer baldeação.
E ainda tem quem insista em fazer turismo nesse país...
Assessor de imprensa serve pra isso mesmo: assessorar a imprensa quando os chacais precisam de informação de, por exemplo, uma empresa. Aí esse profissional - que em Portugal obedece a uma legislação e a um código de ética diferente do jornalista, mas isso não vem ao caso, até porque um freela com de vez em quando assessoria salva muito colega por aí - faz a ponte entre o repórter e a fonte. Ou assim espera-se.
Incomoda quando um destes profis querem aparecer mais que a estrela.
Dia desses um assessor só queria marcar entrevista com meu suposto entrevistado depois de ver a revista onde trabalho. (viva o Sedex) Disse que viu e fui pro interior do Paraná, há 12 h de ônibus de São Paulo. E o filho da puta não tinha nem folheado a revista e nem marcado a entrevista!
Com cara de bobo, entrevistei assessor. Que me disse :"Isso tudo que eu falei você pode pôr na voz dele [quem eu deveria ter entrevistado]".
Não adianta insistir. A matéria só sai se eu conseguir falar de verdade - agora, por telefone - com o cara.
Incomoda quando um destes profis querem aparecer mais que a estrela.
Dia desses um assessor só queria marcar entrevista com meu suposto entrevistado depois de ver a revista onde trabalho. (viva o Sedex) Disse que viu e fui pro interior do Paraná, há 12 h de ônibus de São Paulo. E o filho da puta não tinha nem folheado a revista e nem marcado a entrevista!
Com cara de bobo, entrevistei assessor. Que me disse :"Isso tudo que eu falei você pode pôr na voz dele [quem eu deveria ter entrevistado]".
Não adianta insistir. A matéria só sai se eu conseguir falar de verdade - agora, por telefone - com o cara.
18.4.05
1.4.05
Assinar:
Postagens (Atom)