Sempre tive medo desses guichês rodoviários sem computador, com alguém (sempre um homem, parece que mulher não trabalha nessas empresas) de uniforme amassado e palito na boca parado na porta, com uma bola de suor embaixo do braço. No balcão só tem um telefone velho e o bloquinho de passagens. "Não vende antes não, aqui é só na hora. Cartão? 'Ceita não, hehehe." E eu ainda pergunto, ora essa.
Nem duzentos quilômetros separam Paranavaí de Campo Mourão. Demorei cinco horas, com direito (ou obrigação?) de fazer baldeação.
E ainda tem quem insista em fazer turismo nesse país...
Nenhum comentário:
Postar um comentário